Ataques a símbolos religiosos reacendem debate sobre intolerância no Brasil
Ataques a símbolos religiosos católicos e de umbanda em Fortaleza e outras cidades do Brasil reacenderam o debate sobre intolerância religiosa. Na madrugada de 9 de setembro, um atentado com coquetel molotov atingiu uma loja de artigos religiosos católicos em Fortaleza, enquanto outros estabelecimentos católicos e da Umbanda também foram incendiados.
O Padre Josileudo Queiroz, da Igreja de São José Operário de Caucaia, e o defensor público Igor Barreto estão entre os que se manifestaram sobre os incidentes. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, e Rudelmar Faria, secretário-geral da ACT Alliance, também estão envolvidos na discussão sobre o combate à intolerância religiosa.
A Polícia Civil investiga os ataques. O próximo passo pode ser o aumento de medidas de proteção aos locais de culto e a discussão de políticas públicas para combater a intolerância religiosa no país.