AutchNews 10 de outubro de 2026

Cultura

Dolly Parton, ícone do country, morre aos 80 anos após breve batalha contra o câncer

Por André Quintanilha ·

Spacious atrium with glass roof at the National Gallery Singapore, showcasing modern architecture.
Imagem ilustrativa Pexels

A terça-feira amanheceu mais cinzenta para o mundo da música com a triste notícia da morte de "Dolly Parton", aos 80 anos. A lendária cantora, nascida em Pittman Center, Tennessee, nos Estados Unidos, foi um dos nomes mais icônicos do country, eternizada por hits como "Jolene" e "I Will Always Love You". Compartilhada em um vídeo no Instagram pelo sobrinho Brian Seaver, a confirmação de seu falecimento revelou que ela sucumbiu a uma breve batalha contra o câncer, deixando o mundo em luto.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu a perda como "uma perda irreparável para milhões de pessoas". Parton havia recentemente falado sobre os problemas de saúde no "The Kelly Clarkson Show", admitindo ter ignorado sintomas iniciais.

Miley Cyrus, sua afilhada, prestou homenagem emocionada à artista. Dolly, rodeada pelos entes queridos no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, passou seus últimos momentos na tranquilidade familiar. Em meio ao pesar, resta o conforto de saber que Dolly deixou seu legado protegido: estimada em mais de US$ 450 milhões, sua fortuna foi planejada para evitar disputas familiares.

Em Nashville, onde consolidou sua carreira, há planos de renomear o aeroporto em sua homenagem, perpetuando o nome de Dolly onde sua arte ecoou com força. Para os fãs, enquanto esperam pelas duas décadas para ouvir a canção inédita que deixou, a música de Dolly Parton continuará tocando, mantendo vivo seu espírito indomável.

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